Setenta e três receitas do jeito que ela fazia, com ovo, banana, abóbora, batata-doce e o que você já tem em casa. Passo a passo completo, nada que precise de loja especializada, nada que passe de vinte minutos.

Não é dieta. É repertório. Você não precisa comer menos. Precisa saber temperar melhor.
Café da manhã, almoço, jantar, lanche, sopa, chá, molho e tempero. Sete capítulos. Cada receita com ingredientes, quantidades exatas, passo a passo numerado e o segredo que faz ela dar certo. Tudo com o que existe na feira e no mercado do bairro.
Crepioca dourada com queijo minas. Ovo mexido de Okinawa. Arroz da manhã. Abóbora assada com gergelim. Sopa de abóbora com gengibre. Frango marinado de vinte minutos. Molho de gengibre. Farofa de gergelim.
Setenta e três receitas que a minha mãe já fazia, traduzidas para o que você encontra aqui. Onde ela usava tofu, eu uso queijo minas. Onde ela usava missô, eu uso o que tem no mercado do bairro. O ingrediente muda, o jeito não.
Livro digital em PDF. Você recebe na hora e abre no celular, no tablet ou no computador. Se preferir, imprima e encaderne: foi diagramado em A5, com margem própria pra isso, pra ficar na bancada da cozinha sem você precisar sujar a tela.
Crepioca dourada, ovo mexido de Okinawa, mingau de aveia com gengibre, iogurte com farofa de gergelim, arroz da manhã, panqueca de banana.
Frango marinado de vinte minutos, abóbora assada com gergelim, arroz dourado, refogado de couve com alho, peixe na frigideira.
Sopas, purês, refogados rápidos, legume assado, omelete de couve. Leve pra dormir bem, completo pra não acordar com fome.
Banana na frigideira com gergelim, batata-doce com creme de gengibre, castanha temperada, pasta de queijo com cebolinha.
Caldo de abóbora com gengibre, sopa de legumes com ovo, canja com cúrcuma, caldo de cogumelo. O que ela fazia quando fazia frio.
Chá dourado da manhã, chá de gengibre com limão, chá verde do jeito certo, e por que água fervendo estraga o seu chá.
Molho de gengibre, farofa de gergelim, tempero dourado e creme de queijo com gengibre. Faz uma vez no domingo e usa a semana toda. São esses quatro potes que dão sabor a metade das receitas do livro.
Cada receita ocupa uma página inteira, com ingredientes de um lado, passo a passo do outro, e a caixa “O segredo” no rodapé: o detalhe que faz aquela receita dar certo e que quase ninguém conta. Letra grande, nada miúdo, feito pra ser lido com a panela no fogo.
A internet tem milhão de receita. O problema nunca foi falta de receita. O problema é que quase toda receita "saudável" pede ingrediente que você não acha, tem gosto de dieta e foi feita pra ficar bonita na foto, não pra funcionar na sua cozinha numa terça à noite.
Nada de missô importado, nada de tofu obrigatório, nada que precise encomendar. Gengibre, cúrcuma, gergelim, shoyu e alho. Os cinco existem em qualquer mercado e custam pouco.
Queijo minas no lugar do tofu firme, ricota no lugar do esfarelado. Mesma função, mesmo resultado, e você já sabe do que gosta.
Comida de dia a dia, não projeto de fim de semana. Se você sabe fritar um ovo, você faz qualquer receita deste livro.
Por que a cúrcuma vai no azeite e não na massa. Por que o gengibre entra no fim. Por que a banana não pode ser mexida. É o tipo de coisa que se aprende olhando alguém cozinhar, e que ninguém escreve.
Quatro potes atravessam o livro inteiro. Quem faz o molho de gengibre pro café da manhã já tem molho pro almoço, pro jantar e pra salada.
Sem contagem, sem pesagem, sem culpa. Minha mãe não era nutricionista. Ela só cozinhava bem, todo dia, a vida inteira.

Ela não sabia o nome de nenhum nutriente. Sabia temperar. Cozinhou assim até o fim da vida, e eu aprendi olhando. Ela nunca me ensinou uma receita.
Você tem sete dias pra abrir o livro, cozinhar e decidir se é pra você. Se sentir que não valeu, é só pedir o reembolso direto pela plataforma de pagamento. Sem pergunta, sem burocracia, sem constrangimento.
Eu consigo oferecer isso porque sei o que tem dentro.